13
jan
12

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 3.600 vezes em 2011. Se fosse um bonde, eram precisas 60 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

05
jan
12

Nada será como antes…

Dois mil e doze!

Tantos pensamentos querendo acabar com o “mundo” nesse ano do dragão, segundo os chineses, mas venhamos e convenhamos, todo ano é ano do dragão para os chines, sem querer ofender. Bem que poderíamos cincretizar tambem o saci, a matinta, a mula sem cabeça,

29
nov
11

O NÃO PODE ATÉ SER FORA DE MODA, MAS A MISÉRIA DO SIM É DIABÓLICA!

É NÃO!

O diabo do oportunista é o inferno congestionado! Só que lá reina a esbórnia, o exercício da discórdia, as lições de desvios para todas as escolaridades, o eterno caos metamorfoseado em empreendedorismo, os olhares ladinos espreitando às possibilidades de tetas novas… um rosários em penitências na ilustração da imagem que faço dos separatistas. Quando eu cheguei por aqui no início dos anos 80, no dia 20 de novembro de 1982, um sábado de sol. A feira da 25 fervia. A janela do Boa Esperança, que de boa não tinha nada, fez a vez de uma grande tela a movimentar minha imaginação sonolenta de dois dias e muitos catabis. Bebi açaí, em uma birósca,  na passagem Jutaí, em São Bráz. Peguei o Aero clube e fui ao coração de Belém. Cheirando as mangueiras me abriguei do sol. Descambei de ladeira abaixo e dei na praia grande ou lá em baixo como diz, até hoje, dona Edna, que tambem não é Edna e é de Barcarena. Um outro estrangeiro do Rio de Janeiro, me ensinou os caminhos da “Cabanagem”, dando endereços, nomes e acontecimentos que marcaram a revolução Cabana. Nas noites mornas, murmúrios seguiam-me nos passeios da Cidade Velha… Assim é o Pará que eu conheci, respeitei e amei. Costurei umas peças de minha história com agulha de pumpunheira e linha de igarapé. Dividir pra quê?

Trapiche – Ilha do Combu – Belém do Pará Inteiro – 2007

foto (c) Abdias Pinheiro – Direitos reservados.

21
nov
11

aula prática lll

 

 

Estúdio de fotografia – produção de editorial – alunos do curso de  Bacharelado em Moda da Unama – 2011

21
nov
11

aula prática II Santa Izabel

 

Aula prática de fotojornalismo – alunos da Unama

21
nov
11

aula prática

Laboratório de fotografia da Feapa – Final da aula prática.

17
nov
11

o rio morreu rindo!

…o rio rio de mim.

Sentrei na proa da canoa e chorei.

águas bordando ribeiras.

véus em rocas teados.

ao santo o manto rasgado.

entre mururés, ben-te-vis, sabiás e garças eu dormi.

acordei no foguetório em louvor…

pela goela veio-me o destino feito espinha empatando a morte…

farinha, água, tenência no respirar…

pesquei lembranças com uma vara de vidro…

invejei o vôo do sanhasú…

o canto do urubu…

o rio rindo desceu ao céu…

…e fez fogueira pra se esquentar.

foto (c)Abdias Pinheiro.                                                           -   Galho de mangue. Curuçá – Pará inteiro – 2007   -

Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial sem autorização do autor.

14
nov
11

Cadeira na calçada

Uma cena nostálgica deu de me encontrar na travessa Rui Barbosa, bem em frente ao fantasma de concreto EMBRATEL. Passava das cinco da tarde. Uma família pegava a fresca da tarde abouletrada em suas cadeiras na calçada. Uma mesinha no centro da confraria servia café, bolinhos, biscoitos… e o vento confabulava estórias de uma Belém civilizada, livre! Era fim de tarde na travessa Rui e a mesinha servia biscoitos feitos por mãos de contos de avós, empoeirados na farinha de trigo. Isso aconteceu em Belém passado uma semana atrás. A brisa que subia das docas dava conta da maré: cheia como a lua que se avinzinhava de mansinho. A mesinha servia os últimos biscoitos como quem querendo passar o tempo. Cadeiras e mesinhas na calçada, quem sabe uma boa prosa não achega-se?

Foto: (C) Abdias Pinheiro – Fim da tarde em rua de Bragança – Dezembro de  2008.

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14
nov
11

Não!

O Pará inteiro é complicado, como complicado é a maioria dos estados no Brasil. Agora campanha demagôgica, de uma apelação emocional… É de se saber a frase atribuída ao marketeiro do separatismo “Uma pessoa que veio para cá se diz mais paraense que quem nasceu aqui sem pedir. Muitos nasceram obrigados”. Uma pérola!

Foto Abdias Pinheiro(c) Chuva sobre o viaduto do coqueiro – Ananindeua – Pará Inteiro – outubro de 2011

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05
nov
11

Não! Eu quero O PARÁ INTEIRO!

Não!

Não, somente não! Qual é ô cara pálida? Bigode  pinta, as vezes, de seriedade. Meu pai usava bigode. Meu pai foi preso pela ditadura. Golpe baixo, baixaria. Baixaram a porrada em muita gente. Bigode tem pinta de quê? Será o Sarney fazendo creche? Hum… NÂO! Brasília é mais perto? O Amapá tambem é? Não! Simples assim. Vão cirurgiar em outros Campos! Já não basta o cemitério das castanheiras! NÃO! Ta mouco?  Bigode temperando sopa é baba do capeta. 

 NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO!

Foto (C) Abdias Pinheiro – Chuva sobre o viaduto do coqueiro – Ananindeua – Pará Inteiro 10-2011

Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial sem autorização do autor.




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